Flores da Cunha seguirá vivenciando a 37ª Feira de Inverno neste segundo fim de semana de programação. Realizado no Parque da Vindima Eloy Kunz, o evento teve início no último sábado (20) e segue até o dia 5 de julho, sempre aos sábados e domingos, com a expectativa de reunir mais de 30 mil visitantes ao longo desta edição.
A música, já tradicional na Feira de Inverno, se consolida como um dos principais atrativos dos domingos de programação. Desta vez, a responsabilidade de conduzir a trilha sonora fica por conta da Banda Mercosul e da Destaque Nacional, que representam diferentes fases da música de baião do Sul.
“Muita energia e música boa”

A Banda Mercosul chega ao evento em um momento de crescimento e fortalecimento da sua trajetória musical. À frente do grupo está Pablo Rodrigues, cantor, produtor musical e um dos responsáveis pela direção artística da banda, que atua desde o início dos anos 2000.
— A banda surgiu com o propósito de levar alegria e emoção para as pessoas através da música. O que nos mantém vivos é a paixão pelo que fazemos, o carinho do público e a vontade de evoluir sem perder a essência — afirma.
A busca constante por evolução, sem abrir mão da própria essência, é o que define o grupo. Com raízes no interior catarinense, a banda moldou sua identidade através do diálogo com as tradições do Sul
— Nossa história está muito ligada à cultura gaúcha. Isso aparece no nosso jeito de tocar, nas letras e na forma como tratamos o público — explica Pablo.
Para o show em Flores da Cunha, a banda aposta em um reencontro autêntico. A ideia da Mercosul é criar um momento onde o público se sinta parte do espetáculo.
— A ideia é fazer um show leve, de interação, com muita energia e música boa. Queremos que as pessoas cantem com a gente — ressalta.
“DNA do bailão”
Já a Banda Destaque Nacional também chega ao palco com uma trajetória construída na estrada da música de baile e marcada por uma identidade muito própria dentro do gênero.
O vocalista Giovanni Reiner Paulo, o Geno, destaca que o grupo vive um momento de amadurecimento, mantendo como principal referência aquilo que define o trabalho da banda: o “DNA do bailão”.
— A gente considera esse o melhor momento da banda. Estamos gravando, lançando novos trabalhos e muito mais preparados do que antes para fazer uma boa entrega ao público — afirma.
Para a apresentação na Feira de Inverno, a banda prepara um repertório voltado aos sucessos que marcaram sua trajetória, priorizando a conexão com o público que circula pelo Parque da Vindima.
— A expectativa é das melhores. Queremos um show de alegria, com muita interação e energia positiva. O palco é um encontro de emoções. Não é só entretenimento, é troca com quem está ali — conclui.

