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Santo Pagode promete levar alegria a Praça da Bandeira nos 102 anos de Flores da Cunha

Grupo caxiense é atração no próximo sábado (16), dentro da programação do Festival do Agnolini
Santo Pagode (Foto: Agnaldo Borges, divulgação)

Nas comemorações dos 102 anos de Flores da Cunha, o pôr do sol será ao som de pagode. O grupo caxiense Santo Pagode subirá ao palco da Praça da Bandeira às 17h do próximo sábado (16), integrando as atrações do 2º Festival do Agnolini e promete um show de versatilidade capaz de atrair desde o pagodeiro nato até aqueles que não costumam ouvir o ritmo em seu dia a dia.

— Nosso repertório é pensado para agradar a maioria dos públicos. Pegamos músicas de outros gêneros e as colocamos no nosso ritmo para mostrar que o pagode vai além do romântico. Queremos que as pessoas parem, dancem e percebam que o samba pode ser envolvente para todos. O foco principal é levar energia e proporcionar um momento de alegria genuína para quem estiver na praça — explica o vocalista Vicente Trapp Santarossa.

A trajetória do Santo Pagode iniciou de forma despretensiosa em churrascos casuais entre amigos. O entrosamento chamou a atenção dos convidados, que passaram a solicitar o conjunto para aniversários e eventos privados. Embora essa história tenha aproximadamente dez anos, o grupo só ganhou contornos profissionais nos últimos três anos.

— No início era algo mais amador. A coisa começou a ficar mais séria e a responsabilidade aumentou depois da pandemia (de covid-19). O legal é que, mesmo com mudanças de integrantes ao longo do tempo por objetivos de vida, sempre mantivemos a amizade e o mesmo espírito — conta Vicente.

A liderança vem dos “homens de frente”, com Vicente na voz principal e Nicolas Cavagnoli no cavaquinho e voz. Fundadores do projeto, eles compartilham uma amizade de mais de duas décadas. No palco, a dupla ganha o suporte de Joelson Martins (percussão geral), Djonata Moreira (pandeiro), Leandro Luiz (violão) e Marcelo Velho (bateria).

— Eu e o Nicolas nos conhecemos há cerca de 20 anos, e ele está comigo desde a fundação da banda, há 10 anos. Esse entrosamento de muito tempo facilita demais para nós. Além disso, os músicos que nos acompanham hoje são fantásticos e “pegam junto” firme, o que torna tudo mais fácil — projeta o vocalista.

 De volta a Flores da Cunha

O convite para tocar nas festividades de 102 de Flores da Cunha é vista pelos músicos como um reconhecimento. Nos últimos anos, o Santo Pagode acumula passagens pelo Clube Independente e celebrações particulares no município de moradores locais.

— Flores da Cunha é uma cidade que respira pagode há muito tempo. Eu lembro de ir para a cidade curtir festas do gênero ainda na minha adolescência. É um movimento fomentado por muitas bandas da região e ficamos gratos por isso — explica Vicente.

A expectativa para o show do dia 16 de maio é de alta energia e interatividade.

— O público de Flores sempre nos deu uma resposta muito interessante nos shows. Nossa meta principal é levar alegria para as pessoas. Preparamos um show totalmente pra cima, focado na interatividade, porque o samba é, acima de tudo, uma celebração coletiva e democrática — projeta o vocalista.

Confira a programação completa das comemorações dos 102 anos de Flores da Cunha neste link.

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