A empatia é um dos diferenciais nos momentos de dor e alegria. Sabendo disso, o Hospital Fátima busca expressar, nas pequenas atitudes, respeito e carinho aos pacientes internados e suas famílias. Uma das encarregadas por garantir esse trabalho é a coordenadora de enfermagem e responsável técnica Mônica Bassanesi Bordin, de 39 anos.

Mônica Bassanesi Bordin (centro) é coordenadora de
enfermagem e responsável técnica do Hospital Fátima (Foto: Karine Bergozza)
— Temos o Projeto Luz, que é um projeto de cuidados paliativos que a instituição abraça muito forte. No momento da partida, a gente tem a visita estendida, o horário é liberado 24 horas e várias pessoas podem ficar no quarto junto com o familiar. Deixamos uma lamparina ligada no quarto, com o significado de dizer que o paciente está partindo, que é um momento de respeito — conta Mônica, acrescentando que a visita pet, que consiste na liberação da entrada de animais para despedidas, é outro diferencial do hospital florense.
A profissional frisa que cada pessoa é única e reage de uma forma diferente às situações de tristeza e felicidade. Por isso, a entidade conta com esta equipe multidisciplinar, com médico, fisioterapeuta, nutricionista, psicóloga e farmacêutica.
— Temos uma responsabilidade social com o bem mais precioso das pessoas, que é a vida. O comprometimento que temos é muito grande — reforça a enfermeira.
Há três anos na entidade de Flores da Cunha, Mônica faz a gestão do maior grupo de pessoas do hospital, que é o de enfermagem. No total, a instituição conta com 150 funcionários e ela realiza a coordenação de enfermagem, técnicos, enfermeiros, entre outros profissionais na área da assistência.
“Atendimento em todas as etapas do cuidado”
Uma das profissionais coordenadas por Mônica é Fabiana Scopel, 45 anos. Ela é enfermeira de Centro Cirúrgico, Sala de Recuperação Anestésica, Central de Material Esterilizado e Centro Obstétrico.

Fabiana Scopel (centro), que é enfermeira do
Hospital Fátima há 17 anos, destaca a atuação integrada (Foto: Karine Bergozza)
— Em todos esses setores, as minhas principais atividades envolvem assistência direta ao paciente, organização dos processos de trabalho, controle de materiais e equipamentos, prevenção de infecções e atuação integrada com os demais profissionais da equipe para oferecermos um atendimento seguro, humanizado e de qualidade em todas as etapas do cuidado — salienta a profissional, que tem 17 anos de serviços prestados ao Hospital Fátima.
A enfermeira destaca que seu trabalho influencia diretamente na segurança dos pacientes por meio da prevenção de infecções, disponibilidade de materiais esterilizados e acompanhamento contínuo em momentos críticos, como cirurgias, recuperações anestésicas e partos.
No entanto, além da assistência técnica, Fabiana considera muito importante oferecer um atendimento humanizado, acolhendo pacientes e familiares, trabalhando em conjunto com os demais profissionais e setores da instituição.
— Com o passar dos anos a enfermagem tornou-se mais tecnológica, científica e segura. Apesar dos avanços, o cuidado humanizado, a ética e a atenção ao paciente continuam sendo os pilares fundamentais da profissão – enaltece.
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