Flores da Cunha está prestes a se transformar no palco de grandes histórias contadas pela nova geração. O Festival de Cinema Estudantil Astro 2026 chega ao Salão Paroquial nos próximos dias 9, 10 e 11 (quarta a sexta-feira) às 19h, trazendo a exibição de 15 curtas-metragens produzidos por estudantes.
Os ingressos custam R$ 25 por noite ou R$ 60 o passaporte para os três dias. As vendas antecipadas ocorrem na Escola São Rafael nos intervalos de sexta-feira (4) e terça-feira (8). No turno da manhã a comercialização ocorre das 9h20mim às 9h35min, à tarde das 15h35min às 15h50min, e no noturno das 20h30min às 20h45min. Também haverá vendas na hora, no Salão Paroquial.
O evento, que celebra o futuro do cinema local, também reserva um espaço especial para honrar o passado. É o “Vale a pena ver de novo”, que reexibirá três filmes antigos que marcaram gerações. Os curtas vencedores das edições realizadas entre 1999 e 2024 foram submetidos a votação popular e os escolhidos pelos 410 votantes foram: “Bergozza: O Homem de Ferro”, “Infeliz Natal” e “Num Passe de Mágica”. Os filmes serão exibidos no intervalo das produções que estão concorrendo ao Astro 2026, respectivamente na quarta, quinta e sexta-feira.



“Não é um trabalho simples”
Para Luiz Francisco Mascarello, 37, que ao lado de Alan Dante Oliboni atuou na produção, roteiro e direção dos curtas “Bergozza: O Homem de Ferro” e “Infeliz Natal”, ter dois filmes reexibidos 20 anos depois é gratificante.
– Mesmo dividindo a votação, a gente ainda conseguiu ter os dois mais votados! Ficamos super felizes. Até estamos vendo se a gente consegue estar lá presente e assistir junto para poder reviver esse momento – destaca Mascarello.
O empresário acredita que o que diferenciou as produções da turma é que elas foram muito além de comédias, mesclaram-se ao drama e procuraram contar histórias com início, meio e fim. Tanto em “Bergozza: O Homem de Ferro”, que homenageou o zelador da escola São Rafael, Waldemar Antônio Bergozza, quanto em “Infeliz Natal”, que foi além do óbvio e mostrou outras faces da data.
O ex-aluno define que fazer um filme era “um desafio”, mas que com a união da turma foi possível tornar a produção uma realidade.
– O Astro proporcionava um pouco de tudo para nós: aprendizado, trabalho, diversão, aclamação social, mídia. Não é um trabalho simples, não é uma coisa qualquer que tu faz na vida. É uma oportunidade que aqui em Flores da Cunha a gente tem, os alunos têm, e não é em todo o lugar – destaca, relembrando com carinho do sucesso das cerimônias de premiação, que eram seguidas de festas e bastante aguardadas pelos estudantes.

