Ao celebrar 70 anos de história, o Hospital Fátima consolida-se como uma referência em modernidade e inovação, permitindo que a comunidade de Flores da Cunha encontre diagnósticos de média complexidade e tratamentos especializados sem a necessidade de se deslocar para outros centros urbanos. Essa autonomia e resolutividade técnica ganham força no Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI).

Ricardo Alves Lampert (Foto: Karine Bergozza)
O espaço existe desde 2008 e, para o médico radiologista e responsável técnico pelo CDI, Ricardo Alves Lampert, 55 anos, funciona como os “olhos” da medicina moderna.
Lampert, que ocupou o cargo de vice-diretor clínico por quatro gestões nos últimos oito anos e, atualmente, também é presidente do Comitê de Governança do Cuidado, lembra que, ao longo dos anos, o Centro foi se adaptando à evolução tecnológica e ampliando sua capacidade de atendimento.
— Meu papel é assegurar que o serviço funcione com excelência, atualidade tecnológica e alinhamento às melhores práticas, garantindo que toda essa estrutura tecnológica resulte no que realmente importa: uma assistência segura, ética e acolhedora para o paciente e sustentável para a instituição, contribuindo para que o hospital ofereça um cuidado de alta qualidade — declara, acrescentando que o olhar clínico minucioso e o compromisso com o ser humano permanecem sendo fundamentais e insubstituíveis.
O especialista acredita que o Hospital Fátima é uma instituição que cresceu junto com a comunidade e tornou-se referência em atendimento humanizado, acessível e comprometido com a saúde das pessoas.
— Para a nossa comunidade, o hospital não é apenas um prédio ou uma prestadora de serviços de saúde; ele é uma instituição histórica, um patrimônio de segurança e acolhimento que atravessou gerações — opina.
“Oferecemos um serviço da melhor qualidade”

Maurício Paloschi (Foto: Karine Bergozza)
Diretor Clínico do hospital há dois anos, o médico Maurício Paloschi, 42, faz a ponte entre o corpo clínico e a direção. Nas sete décadas de Hospital Fátima ele valoriza o trabalho dos fundadores, precursores da estrutura de confiança que, hoje, a instituição de saúde disponibiliza para a comunidade.
– Não tenho dúvida que oferecemos para o paciente de Flores da Cunha, dentro de um hospital de médio porte, um serviço da melhor qualidade. Hoje o paciente não tem necessidade de ir para outra cidade para buscar serviços de média complexidade, pois oferecemos serviços com aparelhos de ponta e profissionais especializados – destacou, agradecendo a todas as pessoas que “fazem o hospital ser o que é”.
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