0
Dicas para as Empresas
Humanização nas relações de trabalho:
- Humanizar é entender o contexto individual de cada colaborador.
- Considerar situações como funcionária grávida ou profissional que cuida de pais doentes.
- Trabalhadores da chamada “geração sanduíche” (que cuidam de pais e filhos).
- Lideranças precisam agir com empatia e flexibilidade.
Criar cultura de diversidade geracional:
- Reconhecer que há até cinco gerações convivendo no mercado.
- Tornar a diversidade etária parte da cultura organizacional.
- Entender que isso já é realidade — não é “futuro distante”.
Formar equipes multigeracionais:
- Buscar equilíbrio etário nas equipes.
- Evitar ambientes compostos quase exclusivamente por jovens.
- Refletir: se grande parte da população tem mais de 40 anos, por que isso não se reflete nas empresas?
Combater o etarismo:
- Rever preconceitos contra profissionais 40+, 50+ e 60+.
- Questionar mitos como: “Profissional maduro é caro” ou “Profissional mais velho é desatualizado”
Revisar processos seletivos:
- Avaliar critérios como limite de idade.
- Analisar se entrevistadores têm vieses inconscientes.
- Garantir que candidatos mais experientes não sejam descartados automaticamente.
Desenvolver “inteligência multigeracional”:
- Como cada geração pensa?
- O que motiva cada grupo?
- Como aprendem e trabalham?
Incentivar mentoria reversa e intergeracionalidade:
- Jovens ensinando ferramentas digitais.
- Profissionais maduros desenvolvendo soft skills nos mais novos.
- Troca estruturada entre gerações para reduzir conflitos.
Assumir protagonismo na mudança:
- Mudança cultural começa pela liderança.
- Líderes precisam ser capacitados para gerir equipes multigeracionais.

