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Vereadores de Flores da Cunha querem ação judicial contra a Corsan/Aegea

Reunião marcada para segunda-feira (19) discute reclamações da população e avalia a possibilidade de medida judicial contra a concessionária
(Foto: Divulgação)

Está marcado para o início da tarde desta segunda-feira (19) uma reunião entre o Legislativo de Flores da Cunha e o Ministério Público. Os vereadores querem conversar sobre as constantes reclamações da população sobre o serviço prestado e a possibilidade de uma medida judicial contra a Corsan/Aegea.

O encontro é uma construção de interesse de todos os parlamentares, mas o vereador Valdecir Paulus (MDB) foi o mais vocal. Em um vídeo no seu Instagram, ele desabafou que tudo que poderia ser feito como Legislativo já havia sido realizado, como a audiência pública do ano passado, e “nada foi melhorado”.

— Nosso próximo passo é ver se cabe uma ação judicial contra a empresa. Espero que venha para beneficiar e ver se a empresa “toma jeito” — declarou.

A Prefeitura participará da reunião, representada pelo procurador-geral Fernando Foss. Na semana passada, durante a reunião mensal que o município mantém com a Corsan/Aegea, o prefeito César Ulian já tinha adotado um tom mais ríspido em busca de melhorias.

— Foi uma reunião de alinhamento, sim, com um tom mais forte. Inclusive, a gente formalizou (na terça-feira, 13) um documento oficial pedindo esclarecimentos em vários aspectos, desde o que já foi investido em melhorias até o momento ao plano de investimento a curto e médio prazo e, pelo menos, até 2028, onde o marco regulatório do saneamento já exige algumas métricas a serem cumpridas — afirma.

A Prefeitura aguarda uma resposta em um prazo de 15 dias para fazer uma nova reunião com esses esclarecimentos da Corsan/Aegea. Este ofício também foi remetido para a Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Agesan).

— Sobre o Ministério Público, já tivemos algumas reuniões ano passado, e, se for o caso de enxergar que dentro das possibilidades contratuais a empresa não está cumprindo com as suas obrigações, podemos sim ingressar com uma ação. Estamos trabalhando com a Corsan, fazendo reuniões, algumas mais ríspidas, mas acredito que não seja necessário chegar ao nível de um rompimento desse aditivo de contrato — afirma o prefeito Ulian.

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