
A Vindima e a sua 1ª Abertura da Colheita da Uva
Flores da Cunha vai viver no dia 20 de janeiro, um momento importante da sua história

Flores da Cunha vai viver no dia 20 de janeiro, um momento importante da sua história

Memórias da colônia, da fé e da vida em família resgatam o verdadeiro sentido do Natal e reforçam a solidariedade em tempos de desafios coletivos

Cores invertidas: vermelho, branco e verde, com brasão no centro

Há 50 anos, o brasão de Flores da Cunha foi oficializado — criação de um florense que transformou em heráldica a história, a fé e a força vitivinícola do município

Estudo recente de Júlio Posenato, com contribuições de Bepi de Marzi e Dino Ambrosini, esclarece a origem musical do hino dos imigrantes italianos no Brasil

Floriano resgata memórias da infância, da evolução urbana e cultural e destaca a importância do jornal e do turismo local, como a Cascata do Carvalho, na preservação da história e da identidade comunitária

De Vila Nova d’Itália, no início do século XX, até a consolidação da Fecouva como “filha mais velha de Caxias”, a celebração da uva e do vinho tornou-se símbolo cultural e turístico da Serra gaúcha

Criada pelo padre Pedro Piccoli para angariar recursos à paróquia, a festa mobilizou a comunidade, elegeu soberanas e antecedeu até mesmo a Festa do Vinho de Bento Gonçalves e a Vindima de Flores da Cunha

Pintor italiano deixou marcas artísticas em muitas igrejas da região, especialmente onde os Freis Capuchinhos administravam as paróquias

Padroeiro de Madrid e dos agricultores, São Isidoro viveu a santidade no trabalho do campo, na oração diária e na generosidade com os mais necessitados, ao lado da esposa, a beata Maria de la Cabeza