As histórias dos restaurantes Casa Nostra e do Banana Pink foram reconhecidas pela Câmara de Vereadores de Flores da Cunha no dia 16 de março. Na oportunidade, foram entregues duas Moções de Congratulações. A primeira homenagem, de autoria do vereador Marcelo Golin (PL), foi alusiva aos 40 anos de história de Flademir Longhi em solo florense.
Em sua fala, na tribuna, o empresário agradeceu de coração a população florense pela acolhida e reforçou a importância da união:
— A família é o alicerce de tudo. Aprendemos com nossos pais a ter essa valorização da família. Para ver que vale a pena apostar. Deixo um agradecimento especial a todos e digo que pelo que depender de mim acho que mais 10 anos ainda eu sigo, mas depois estou repassando para a Alice — discursou.
Flademir não escondeu a felicidade que sente ao saber que sua filha, Alice Longhi, de 22 anos, continuará a escrever a história do Casa Nostra:
— É bom sentir que tem alguém que está dando continuidade para o trabalho. E assim, de um jeito um pouco diferente, até melhor que eu, porque eu fui só na prática e na convivência com os anos passando. Ela já está estudando para isso (Faculdade de Administração de Empresas), tem outra visão de mercado. Isso me ajuda muito e é um sonho para mim! — revelou.
Para o futuro, o pai de Alice explica que a ideia não é abrir outros estabelecimentos, mas sim continuar apostando no sucesso do Casa Nostra.
— Os investimentos que a gente iria fazer seriam aqui para o restaurante. Sempre vai ter alguma coisa para fazer. Mas, em termos de montar outro restaurante, isso está descartado. Eu sempre falo para a Alice que a gente tem que cuidar bem daqui — destaca Flademir, sobre como, aos poucos, passar o bastão para a filha.
“Cada vez ser melhor”
Os sócios-proprietários do restaurante Banana Pink, Sérgio e Sílvio Longhi, também foram homenageados pelo Legislativo florense. A Moção de Congratulações pelos 25 anos de fundação do estabelecimento foi proposta pelo vereador Deivid Schenato (PP) e entregue aos irmãos na mesma sessão do dia 16 de março.
— Nós só temos que agradecer a todos vocês, a Flores da Cunha, a todos que sempre estiveram junto conosco. A gente quer cada vez ser melhor e continuar por muitos anos, trabalhando, atendendo vocês e sendo aquela família que todos nós gostamos — destacou Sérgio, em seu discurso.
Sobre os planos para o futuro, o fundador adianta que não existe uma perspectiva de abrir novos negócios, mas que deve continuar “melhorando cada vez mais” para proporcionar um espaço acolhedor aos clientes, que ele considera verdadeiros amigos.
— Vamos avançar até onde nós conseguirmos, mas sem mudar algumas coisas. Na hora de fazer os pedidos, por exemplo, queremos continuar tendo o contato com as pessoas. Não queremos que seja por meio de um celular, até para ter aquele contato do garçom com o cliente — aponta.
O legado da família Longhi também aparenta estar seguro no Banana. Sérgio espera que sua filha Valentina, 11 anos, dê sequência ao negócio; enquanto Sílvio deseja que seus filhos optem pelo segmento da gastronomia. Ele conta que a Luise, 9, já brinca que quer ficar no caixa, enquanto o caçula Felipe, 7, almeja recepcionar as pessoas, como o pai.

