Flores da Cunha carrega na própria história a marca do trabalho e da visão de Luiz Antônio Rigotto. Nascido em 14 de junho de 1948, filho de Delviges Tomazzoni Rigotto e Abramo Rigotto, foi o mais novo de 12 irmãos e, desde cedo, aprendeu que dedicação e união constroem caminhos sólidos.
Alfaiate por vocação e empresário por coragem, tornou-se pioneiro da alfaiataria no município ao fundar, em 1987, a Rigotto. Ali, o “Rigotinho” iniciou uma trajetória de mais de 39 anos, transformando o ofício artesanal em referência de elegância, precisão e qualidade. Cada peça levava seu capricho e seu compromisso com a excelência.
Mais do que construir uma empresa, construiu uma cultura de trabalho. Formou profissionais e consolidou um legado que segue vivo na família e na equipe. Até os últimos dias, esteve presente na fábrica, demonstrando amor genuíno pelo que fazia.
Querido, paciente e profundamente caridoso, deixou valores que ultrapassam o empreendedorismo: respeito, perseverança e generosidade. Ao lado da esposa, Neusa Rizzotto Rigotto, e dos filhos, Luiz Fernando e Francis, edificou não apenas um negócio, mas uma herança de princípios.
— Seu trabalho permanece. Seus ensinamentos permanecem. Sua história seguirá viva na memória da cidade e no coração de todos que tiveram a honra de conhecê-lo — afirma o filho Luiz Fernando.
Luiz Antônio Rigotto morreu na quinta-feira (12). A Cerimônia de Despedida ocorreu no mesmo dia, às 17h, seguida de sepultamento no Cemitério Público Municipal de Flores da Cunha.

