Home Destaque Jerusalém: Uma jornada pelo palco da morte e ressurreição de Cristo

Jerusalém: Uma jornada pelo palco da morte e ressurreição de Cristo

Entre as naves da Basílica do Santo Sepulcro e as procissões de Otávio Rocha, um relato sobre a persistência da fé que sobrevive aos tempos de silêncio e de batalha
Basílica do Santo Sepulcro, onde são relembrados a crucificação, o sepultamento e ressurreição de Jesus (Foto: reprodução)

Jerusalém, e mesmo Israel, vive dias de preocupações. O local mais sagrado da Cristandade teve os seus dias lacrados em função das batalhas que ocorrem na região. Para o final de semana, ordens mandaram liberar o cenário central do Cristianismo.

Numa mesma Igreja, a poucos passos, há o local onde teria sido fixada a Santa Cruz e a Morte de Jesus, na Sexta-feira Santa. E, não muito longe, há a Capela que marca o local do túmulo e da ressureição.

Na colônia: na minha infância, a sexta-feira era dia de absoluto silêncio. Nem assobiar, nada de barulhos, e nem atividades agrícolas… De tarde os Capuchinhos vinham a Otávio Rocha, e havia a procissão do Senhor morto.

Eu me lembro da missa da Ressurreição, quando eram detonados os “mortaros”. Utensílios de ferro, com pouco mais de um palmo de altura, eram enchidos de pólvora, e ao serem acesos, lançava no ar, um grande barulho.

Capela sobre o túmulo e local da Ressurreição (Foto: Reprodução)

A paixão de Cristo

Na cidade de Jerusalém, no centro histórico, localiza-se a Basílica do Santo Sepulcro (ou da Ressurreição, para os ortodoxos gregos), tendo sido construída onde, a história e fé, marcam o local da crucificação, do sepultamento e da ressurreição de Jesus.

Os Evangelhos nos contam que o local onde Jesus foi enterrado pertencia a José de Arimateia. Depois da crucificação, lá o Corpo de Jesus foi colocado às pressas, antes que começasse o sábado, numa distância muito curta, entre os dois cenários.

No local onde teria sido fixada a cruz, há um local em que os visitantes tocam e/ou beijam (Foto: reprodução)

Lacrada com uma grande pedra, a sepultura foi guardada por soldados romanos. Foi lá que Jesus ressuscitou e foi visto primeiramente por Maria Madalena. Depois acorreram Pedro e João para verificar o fato.

O santo Sepulcro tornou-se um local de culto dos primeiros cristãos desde os primórdios do Cristianismo. Muito próximo, em área reservada, há uma série de túmulos que testemunham o local como um antigo cemitério.

O Santo Sepulcro, nos últimos anos, foi motivo de diversas obras, que atingiu o cerne do coração da tumba vazia de Jesus.

A passagem por aqueles locais sagrados registram um dos momentos maiores da viagem a Israel. Tudo nos leva aos locais em que viveu Jesus e ao interior dos templos, para preces e contemplação dos maiores mistérios do Cristianismo.

 

Festa de São Marcos

Estátua de São Marcos (Foto: Reprodução)

Nos dias 11 e 12 de abril a Paróquia São Marcos de Otávio Rocha, celebra a festa do seu padroeiro.

É a festa mais antiga da velha “Marcolina”, com a estátua de São Marcos (imagem ao lado), do início da imigração, esculpida em madeira.

Celebrações religiosas no sábado, às 18h, e domingo, 10h30min.

Gastronomia no sábado seguinte, dia 11, com jantar, e menarosto no domingo (12), ao meio-dia. As reservas de ingressos podem ser feitas pelo (54) 99982-3684.

Será um dia para ver ou rever Otávio Rocha, com mais seis restaurantes, e diversos atrativos turísticos.

 

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