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13/08/2016 - 07:56

VÍDEO: Você já capturou seu Pokémon hoje?

Alexandre Espíndola Rizzon e Artur Pinto Boss estão frequentemente capturando Pokémons para avançar no jogo.

Jogo virtual que chegou ao Brasil – e também a Flores da Cunha – na semana passada já teve mais de 100 milhões de downloads

Passar em alguns pontos da cidade e ver pessoas aglomeradas, todas concentradas nos seus smartphones – ou muitas vezes correndo – seria estranho até algumas semanas atrás. Mas com a verdadeira febre mundial do jogo Pokémon Go, que chegou ao Brasil no início de agosto, essa cena está se tornando comum em pontos como a Praça da Bandeira (monumento do Apóstolo São Pedro), Parque da Vindima Elóy Kunz (monumento do Galo) e Tri Hotel Flores da Cunha. Isso porque estes são pontos cadastrados em Flores da Cunha para a captura de Pokémons, um dos objetivos do jogo.

Entre os que estavam aguardando a liberação do jogo (antes do Brasil o aplicativo foi lançado na Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Europa e Japão) estavam os amigos Alexandre Espíndola Rizzon, 15 anos, e Artur Pinto Boss, 14 anos. Desde a semana passada eles estão muito envolvidos com a novidade. “O jogo é muito bem desenvolvido a ponto de que o Pokémon varia conforme o cenário que se encontra. Se estiver na praia ou na Serra, a criatura ganha características específicas”, destaca Artur.

A concentração dos jogadores se deve também pelo fato de que ao encontrar um Pokémon, entra-se no modo captura e é necessário mirar precisamente na criatura e arremessar a Pokébola. “É possível capturar num cenário virtual padrão ou ativar o modo câmera, que visualiza o exato lugar onde o usuário se encontra”, conta Alexandre. Os personagens evoluem conforme o usuário se desloca – a cada 100km maior será o nível do personagem e ficará mais fácil achar Pokémons mais fortes.

Para jogar, é preciso baixar no smartphone o aplicativo que funciona nas plataformas iOS e Android. Ele funciona fazendo uso do GPS e da câmera de dispositivos compatíveis, e coloca criaturas chamadas Pokémon no mundo real por meio da tecnologia de realidade virtual. Isso permite aos jogadores capturar, batalhar e treinar Pokémon, com o objetivo de completar a Pokédex, uma lista de aproximadamente 150 Pokémons criados até o momento. A proposta também é fazer que o jogador explore as regiões dos ambientes onde frequenta. Os PokeSops são os locais disponíveis em cada cidade onde o jogador pode conseguir poções, incensos, doces, Pokébolas, ovos e até mesmo Pokémons, por isso a aglomeração de pessoas ocorre em locais públicos que são cadastrados por meio do GPS.

O jogo foi lançado em julho de 2016 e já foi baixado por mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo, tornando-se um dos aplicativos móveis mais utilizados. A crítica destacou pontos positivos como incentivar a atividade física e levar os jogadores a lugares públicos, mas também negativos, como usar locais como cemitérios e memoriais e causar distração, facilitando o registro de acidentes.

 

Encontro

Levando em conta o número de jogadores de Pokémon Go em Flores da Cunha, neste sábado, dia 13, ocorrerá um encontro na Praça da Bandeira, das 17h às 21h. O evento é organizado por meio do Facebook pelo publicitário Márcio de Oliveira, e tem o objetivo de reunir o maior número de jogadores para que a cidade possa ganhar PokeStops e um ‘ginásio’, que dentro do jogo seria um lugar onde os jogadores possam duelar. “Ainda, de quebra, a ideia é trocar experiências e dicas para evoluir no jogo”, frisa Márcio, que é fã assumido do aplicativo.

 

Por Larissa Verdi - Larissa@jornaloflorense.com.br

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Alexandre Espíndola Rizzon e Artur Pinto Boss estão frequentemente capturando Pokémons para avançar no jogo. - Larissa Verdi/O Florense  - Reprodução  - Reprodução

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