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Obesidade causa depressão em mulheres durante a quarentena

Método ajuda pessoas durante a quarentena a recuperar a autoestima e combater a obesidade

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é definida como uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afetar a saúde. De acordo com um estudo feito pela USF Briosa, a obesidade e a depressão em mulheres tem uma relação muito forte. Foram ouvidas e acompanhadas 5,7 mil pessoas, sendo 62% mulheres, onde 19% eram obesas. Entre elas, 30% sofriam com sintomas de depressão.
A nível psicológico, diversos especialistas concordam que a alteração da imagem corporal resultante do aumento de peso poderá provocar uma desvalorização da auto-imagem e do autoconceito, no obeso, diminuindo a sua autoestima. Em consequência, poderão surgir sintomas depressivos e ansiosos, uma diminuição da sensação de bem-estar e um aumento da sensação de inadequação social, com uma consequente degradação da relação interpessoal. Mas como combater a obesidade e recuperar o controle do corpo e da mente?
A especialista em estética e empreendedora Thais Mugani, ressalta que a pesquisa veio mais uma vez confirmar algo que já se sabia pela experiência em consultório: “A obesidade não tem apenas a ver com balanço energético, com a quantidade de calorias ingeridas, mas está associada a fatores complexos como genéticos, psicológicos, socioeconômicos, culturais e ambientais. Se nada é feito em relação a isto, este desequilíbrio tende a perpetuar-se, e por isso a obesidade é considerada uma doença crônica. Assim como a depressão, que já foi considerada a doença mais preocupante deste século, nas últimas décadas a obesidade tem adquirido proporções epidêmicas e a OMS reconhece que se não forem tomadas medidas drásticas para prevenir e tratar a obesidade, mais de 50% da população mundial será obesa em 2025. Hoje sabemos que ambas estão correlacionadas”.

Entendendo a obesidade

Thais Mugani aponta que muitas pessoas não entendem o que realmente significa o conceito de obesidade: “Muitas pessoas tem uma visão errada da obesidade, achando que ser obeso está relacionado a pessoas que quase não andam de tão pesadas e sedentárias que são, mas essa visão está completamente distorcida da verdade. Nas minhas consultorias já atendi centenas de mulheres que aparentemente estão somente com uma queixa de gordura localizada abdominal. No entanto, quando realizamos a bioimpedância, para verificar o percentual de gordura corporal, os números mostram que este percentual está bem acima do considerado saudável, enquadrando aquela paciente em um grau inicial de obesidade. Como consequência, esta patologia leva a um aumento não apenas da possibilidade de ter uma visão distorcida e depreciativa da sua autoimagem, mas da prevalência da diabetes, hipertensão arterial, hiperuricemia, litíase vesicular, síndrome do ovário policístico, doença coronária, doença vascular cerebral, dificuldades respiratórias, apneia do sono e até mesmo pode enquadrar aquele paciente no grupo de risco do novo coronavírus (covid-19)”. 


Identificando a pessoa com obesidade

A especialista afirma que a obesidade não tem a ver com aspecto visual da pessoa e sim com dados da saúde e o percentual de gordura corporal: “hoje existem muitas formas de identificar se o indivíduo é obeso como a Antropometria, Bioimpedância, Índice de Massa Corporal (IMC), exames laboratoriais, entre outros recursos”. 


Motivação para vencer a obesidade e a depressão

Tanto a obesidade quanto a depressão podem levar sério prejuízos à saúde física, mental e emocional como doenças, relacionamentos destrutivos, auto desvalorização, isolamento social e até a morte: “É importante que a mulher que passa por isso não se acomode, e sim lute para resgatar sua vida de volta, é preciso buscar ajuda. Uma mulher que se olha no espelho e não se reconhece mais, que as roupas que costumava usar agora não servem mais, que não tem ânimo para fazer nada por ela, que seus relacionamentos pessoais já não estão como antes, ela precisa dar uma basta e escolher se amar”. 


Método online de emagrecimento

Mesmo com a quarentena e a pandemia da covid-19, Thais Mugani revela que tem atendido seus clientes através de um protocolo exclusivo online que tem dado muitos resultados na recuperação da saúde e da auto-estima: “Nesses dias de quarentena recebemos centenas de mensagens de mulheres que estavam se sentido mais ansiosas e depressivas devido ao ganho de peso nesse período. Isso nos deixou muito preocupados e pensamos em uma maneira de ajudar. Hoje, com o auxílio da tecnologia, podemos acompanhar cada paciente em suas residências, mesmo que não possam vir ao consultório”. 

A solução encontrada por Mugani envolve parâmetros customizados de acordo com a complexidade e individualidade biológica de cada paciente: “Como a questão da obesidade não se resolve apenas comendo menos ou fazendo dieta, e sim tratando o problema como um todo, em nossos tratamentos temos a participação de uma equipe multidisciplinar de profissionais, com acompanhamento nutricional, acompanhamento psicológico, transformando os pensamentos limitantes e sabotadores em pensamentos vencedores. Nós prezamos em respeitar esse momento difícil para a mulher. Então, escutamos, choramos juntas e comemoramos juntas, pois cada mulher livre da ansiedade e livre da depressão é uma grande vitória para nós. Nossas clientes tem emagrecido de 5 a 10kg em 4 semanas e os resultados têm sido muito satisfatórios para todos”.

 - Divulgação
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