Maurício Pauletti

Maurício Pauletti

é Tão Fácil Ser Feliz

Formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul, Maurício Pauletti é industrial gráfico do município de Flores da Cunha há 32 anos. No universo das comunicações, Maurício contribuiu como diretor-presidente do jornal O Vindimeiro. Já apresentou o programa Parlavêneto na rádio Vêneto durante 7 anos na década de 90.

Pauletti já presidiu a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e é membro-fundador do Rotary Club florense. Ele também marca presença na comunidade religiosa, ministrando cursos para noivos, sendo ministro extraordinário da Eucaristia e atual ministro extraordinário da Palavra. Hoje, Pauletti faz parte do Movimento do Cursilho.

Maurício Pauletti já integrou o Conselho Deliberativo da Sociedade Recretiva Aquarius, presidente da Associação Rio-grandense de Bocha Pontobol e presidente da liga Florense de Bocha Pontobol. Politicamente, Pauletti já integrou a câmara de vereadores de Flores da Cunha pela antiga Arena e hoje é membro do diretório municipal do Partido Progressista (PP).

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O medo dá medo

Não devemos ignorar os nossos medos, pois foram eles que promoveram a sobrevivência da espécie humana ao longo de milénios

Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem”. (Jean-Paul Sartre)
Presentemente vivemos num ambiente de medo. O medo do coronavírus, que apesar de não o vermos, sabemos que existe e que pode nos matar; o medo do confinamento e da sensibilização de cada um perante este fato; o medo das repercussões econômicas; o medo de outras variantes da pandemia que podem surgir; o medo do futuro. Sentir medo não é um sentimento bom, não ajuda e não há ninguém que não tenha sentido essa sensação. No entanto, não é uma especificidade do ser humano, visto que todos nós já verificamos, em inúmeras ocasiões de perigo, comportamentos de medo em várias espécies de animais.
São inúmeras as situações que podem nos fazer sentir medo e, consequentemente, sofrimento (algumas são reais e outros imaginários), como por exemplo, ter medo de espaços abertos, saltar entre prédios, andar em grande velocidade, ter uma arma apontada à cabeça, de palhaços, de andar de avião ou o medo da morte.
Nos dias de hoje, o medo é uma das principais razões pelo “entorpecimento” das pessoas que preferem manter-se em situações desagradáveis (zonas que anteriormente eram confortáveis e que com o passar do tempo foram se alterando e se transformando em áreas desfavoráveis), sem tentarem alguma mudança. Estas pessoas preferem permanecer em más situações e temem por algo novo e desconhecido.
Não devemos ignorar os nossos medos, pois foram eles que promoveram a sobrevivência da espécie humana ao longo de milénios. 
Apesar de, numa forma geral, nunca ter havido tantas condições para que possamos sentir medo e tanta intolerância a emoções negativas como atualmente, perante às diversas contrariedades a que estamos continuamente sujeitos, devemos tentar superá-las, seguir em frente, mudar a perspectiva das coisas, pois o que é importante é tentar perder o medo do medo e caminhar no caminho da felicidade.