Maurício Pauletti

Maurício Pauletti

é Tão Fácil Ser Feliz

Formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul, Maurício Pauletti é industrial gráfico do município de Flores da Cunha há 32 anos. No universo das comunicações, Maurício contribuiu como diretor-presidente do jornal O Vindimeiro. Já apresentou o programa Parlavêneto na rádio Vêneto durante 7 anos na década de 90.

Pauletti já presidiu a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e é membro-fundador do Rotary Club florense. Ele também marca presença na comunidade religiosa, ministrando cursos para noivos, sendo ministro extraordinário da Eucaristia e atual ministro extraordinário da Palavra. Hoje, Pauletti faz parte do Movimento do Cursilho.

Maurício Pauletti já integrou o Conselho Deliberativo da Sociedade Recretiva Aquarius, presidente da Associação Rio-grandense de Bocha Pontobol e presidente da liga Florense de Bocha Pontobol. Politicamente, Pauletti já integrou a câmara de vereadores de Flores da Cunha pela antiga Arena e hoje é membro do diretório municipal do Partido Progressista (PP).

Contatos

Compreendi que viver é ser livre

Aprendi que tudo depende da vontade e que o melhor é sermos nós mesmos

Compreendi que viver é ser livre.
Que ter amigos é necessário… Que lutar é manter-se vivo…Que para ser feliz basta querer.
Aprendi que o tempo cura.
Que mágoa passa… Que decepção não mata… Que hoje é reflexo de ontem.
Compreendi que podemos chorar sem derramar lagrimas… 
Que os verdadeiros amigos permanecem… Que a dor fortalece… Que vencer engrandece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar.
Que para sorrir tem que fazer alguém sorrir… Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos… Que o valor está na força da conquista.
Compreendi que as palavras têm força.
Que fazer é melhor que falar… Que o olhar não mente… Que viver é aprender com os erros.
Aprendi que tudo depende da vontade… Que o melhor é sermos nós mesmos.
Que o SEGREDO da vida é VIVER!

E umas das coisas que aprendi é que se deve viver, apesar de... 
Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive, muitas vezes, é o próprio apesar de que nos empurra para frente. 
Foi o apesar de que me deu uma angústia que, insatisfeita, foi criadora de minha própria vida.

A parte final é um trecho do livro “Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres” de Clarice Lispector.