Maurício Pauletti

Maurício Pauletti

é Tão Fácil Ser Feliz

Formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul, Maurício Pauletti é industrial gráfico do município de Flores da Cunha há 32 anos. No universo das comunicações, Maurício contribuiu como diretor-presidente do jornal O Vindimeiro. Já apresentou o programa Parlavêneto na rádio Vêneto durante 7 anos na década de 90.

Pauletti já presidiu a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e é membro-fundador do Rotary Club florense. Ele também marca presença na comunidade religiosa, ministrando cursos para noivos, sendo ministro extraordinário da Eucaristia e atual ministro extraordinário da Palavra. Hoje, Pauletti faz parte do Movimento do Cursilho.

Maurício Pauletti já integrou o Conselho Deliberativo da Sociedade Recretiva Aquarius, presidente da Associação Rio-grandense de Bocha Pontobol e presidente da liga Florense de Bocha Pontobol. Politicamente, Pauletti já integrou a câmara de vereadores de Flores da Cunha pela antiga Arena e hoje é membro do diretório municipal do Partido Progressista (PP).

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Como é grande a diferença

“A mesma medida que usardes para os outros servirá para vós”

As palavras da Mariscala em ‘O cavaleiro da Rosa’, de Hugo von Hofmannsthal: “Como é grande a diferença”. Como mudar uma coisa mudará muito o resultado em muitos aspectos da nossa vida, sobretudo, a espiritual.
Jesus disse: “Não julgueis, e não sereis julgados” (Mt 7,1). Mas, Jesus também tinha dito que temos de corrigir o irmão que está em pecado, e para isso é necessário ter feito, antes, algum tipo de juízo. O próprio São Paulo, nos seus escritos, julga a comunidade de Corinto, e São Pedro condena Ananias e sua esposa por falsidade. Por causa disso, São João Crisóstomo justifica: “Jesus não disse que não temos de evitar que um pecador deixe de pecar, temos que o corrigir sim, mas não como um inimigo que busca a vingança, mas como o médico que aplica um remédio”. O juízo, pois, parece que deveria fazer-se, sobretudo com ânimo de corrigir, nunca com ânimo de vingança.
Se estivermos bem formados, veremos as coisas boas e as más dos outros, quase de maneira inconsciente: disso faremos juízo. Mas, o fato de vermos as faltas dos outros, desde os pontos de vista citados, nos ajudará na forma como julgamos: ajudará a não julgar por julgar, ou por dizer alguma coisa, ou para cobrir as nossas deficiências ou, simplesmente, porque toda a gente o faz. 
E, para terminar, sobretudo tenhamos em conta as palavras de Jesus: “A mesma medida que usardes para os outros servirá para vós” (Mt 7,2).

(Rev. D. Jordi POU)