Maurício Pauletti

Maurício Pauletti

é Tão Fácil Ser Feliz

Formado em Direito pela Universidade de Caxias do Sul, Maurício Pauletti é industrial gráfico do município de Flores da Cunha há 32 anos. No universo das comunicações, Maurício contribuiu como diretor-presidente do jornal O Vindimeiro. Já apresentou o programa Parlavêneto na rádio Vêneto durante 7 anos na década de 90.

Pauletti já presidiu a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e é membro-fundador do Rotary Club florense. Ele também marca presença na comunidade religiosa, ministrando cursos para noivos, sendo ministro extraordinário da Eucaristia e atual ministro extraordinário da Palavra. Hoje, Pauletti faz parte do Movimento do Cursilho.

Maurício Pauletti já integrou o Conselho Deliberativo da Sociedade Recretiva Aquarius, presidente da Associação Rio-grandense de Bocha Pontobol e presidente da liga Florense de Bocha Pontobol. Politicamente, Pauletti já integrou a câmara de vereadores de Flores da Cunha pela antiga Arena e hoje é membro do diretório municipal do Partido Progressista (PP).

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A nossa vida está dominada pelo celular?

Não sei o que fazer, estou perdido na “maionese”, antigamente eu acordava sem o celular, hoje não desgruda de mim o dia todo

Não sei o que fazer, estou perdido na “maionese”, antigamente eu acordava sem o celular, hoje não desgruda de mim o dia todo, a semana inteira, o mês inteiro, o ano todo, não recordo qual foi a última vez que fiquei o dia inteiro sem o celular. 
Meu Deus, perdi o domínio da minha vida, dentro da minha própria casa se vou da varanda à cozinha, o celular vai comigo, não consigo andar 10 metros sem ele.
Realmente vivemos a neurose do celular, a dependência total do aparelho. Hoje, estacionei o carro na Praça da Bandeira, fiquei dentro dele, e uma imagem me chamou atenção: várias eram as pessoas que estavam sentadas nos bancos da praça, fiquei observando quantas delas estavam com o celular falando e outras, jogando ou passando mensagens. 
Impressionante, contei nada mais, nada menos do que 17 pessoas ocupadas com o aparelho, e o mais agravante de tudo: um grupo de cinco jovens, que estava aparentemente junto, mas que em um período de 10 minutos não se olharam, pouquíssimas palavras pronunciaram. Fiz questão de descer e observar mais de perto, me atrevi a sentar o mais próximo possível deles, e vi que quase não se falaram. Pareciam um pouco loucos, uns estavam jogando e outros mandando mensagens, em certos momentos riam sozinhos ou faziam trejeitos com o rosto. 
Fico pensando o que será dessa geração de mudos, que mandam mensagens, torpedos com os vocabulários particulares, com palavras abreviadas, com uma caligrafia que faz até medo ver, porque ler já é uma odisseia. 
Faz medo, a sensação de domínio do celular é óbvia, estou e estamos sendo envolvidos e carregados pelo “Canto da Sereia”, aliás, “Pelo encanto do Celular“, que faz quase tudo, mas, graças a Deus, que não sabe ter Fé e nem Amar! Ainda bem!