Acidente de trânsito mata metalúrgico florense em Carlos Barbosa

13 de Julho de 2017 às 09:34

Veículo em que estava Rudinei Testa, 30 anos, colidiu frontalmente contra um caminhão. A caroneira Raqueli Zimmer, 21 anos, também morreu na hora. Velórios serão realizados a partir da tarde desta quinta-feira

Um acidente de trânsito ocorrido pouco depois das 19h de quarta-feira, 12 de julho, no Km 12 da ERS-446, em Carlos Barbosa, matou duas pessoas e deixou outras duas feridas. Segundo a ocorrência registrada pelo Grupo Rodoviário da Brigada Militar, o morador de Flores da Cunha Rudinei Testa, 30 anos, e a jovem natural de Barão, Raqueli Zimmer, 21 anos, morreram no local. Testa e Raqueli eram ex-namorados e estavam na VW Saveiro com placas de Barão que colidiu frontalmente contra um caminhão Ford Cargo com placas de São Jorge – o metalúrgico florense era o condutor da picape. O motorista e o caroneiro do caminhão foram socorridos e levados ao Hospital São Roque, em Carlos Barbosa, com ferimentos leves. O acidente aconteceu nas proximidades do acesso da comunidade de São José, entre Carlos Barbosa e São Vendelino.

A Saveiro que ficou completamente destruída era do pai de Raqueli. Segundo familiares do metalúrgico, ele trabalhou até o final da tarde na empresa MXM em São Gotardo e não foi mais visto. Raqueli administrava uma floricultura em Barão, cidade que fica distante 13km de Carlos Barbosa.

O velório de Rudinei Testa ocorrerá a partir do meio-dia de hoje, dia 13 de julho, na funerária CCR Santo Cristo, no bairro Aparecida, em Flores da Cunha. O sepultamento está agendado para as 16h desta quinta-feira, no Cemitério Público. O velório de Raqueli Zimmer será realizado na Igreja São Luiz da Linha Francesa Alta, em Barão; o sepultamento está programado para as 9h30min de sexta-feira, no cemitério da mesma comunidade.

Fotos Facebook/Divulgação

                

Rudinei Testa, 30 anos.                       Raqueli Zimmer, 21 anos.

 

 

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1 comentários

Fernando Pivoto

13 de Julho de 2017 às 13:01

É chocante visualizar a violência extrema com que as "pessoas" andam de matando neste que chamamos trânsito. Diria que é a arma que inquestionávelmente, neste momento, MAIS mata seres humanos.

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