Balança comercial de Flores da Cunha reduz 28%

Por Danúbia Otobelli – Danubia@jornaloflorense.com.br | 13 de Janeiro de 2018 às 10:36

A balança comercial de Flores da Cunha fechou o ano de 2017 com um saldo positivo de US$ 22,4 milhões, entretanto, o valor foi inferior ao registrado em 2016, quando o município atingiu o maior superávit da década

A balança comercial de Flores da Cunha fechou o ano de 2017 com um saldo positivo de US$ 22,4 milhões, entretanto, o valor foi 28,1% inferior ao registrado em 2016, quando o município atingiu o maior superávit da década. O problema foram as importações municipais que cresceram 44%, enquanto que as exportações diminuíram –8,33%. No ano passado, as vendas externas totalizaram US$ 39,6 milhões, ante US$ 43,3 milhões registrados em 2016. As importações somaram US$ 17,2 milhões – em 2016, foram US$ 12 milhões. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) e revelam que importamos mais produtos semifaturados e industrializados do que o ano anterior. Com uma singela melhora na recessão econômica nacional, passamos a comprar mais no mercado Exterior, especialmente os produtos laminados de ferro ou aço (participação de 13,2% e aumento de compra de 87%), assentos transformáveis (participação de 7,36% e aumento de 96,5%) e carvão e materiais minerais (participação de 4,43% e aumento de 119,4%). Os produtos vieram da China (crescimento de 45,5%), Itália (aumento de 58,4%) e Argentina (68%).

Com a queda nas exportações, diminuímos a venda de um dos principais itens comercializados: os móveis, que têm uma participação nas exportações de 40% e caíram –8,4% em relação a 2016. Em contrapartida, aumentamos o comércio de acessórios automotivos (participação de 17,8% e crescimento de 17,3%), vinhos (participação de 10,2% e aumento de 159%) e guindastes (participação de 8,54% e crescimento de 131%). Nossos principais compradores foram Reino Unido, Argentina e Paraguai.

Em relação às empresas, as maiores exportadoras foram Treboll (entre US$ 10 milhões e US$ 50 milhões), Keko Acessórios e Fante Bebidas (entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões). Nas importações, estão Dallemole Estruturas, Florense e Vêneto Mercantil (entre US$ 1 milhão e US$ 5 milhões).

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